Asas de Paz

Nuvens brancas me convidam a voarAs Asas da Águia
E contemplo o belo céu azul da terra
E um desejo imenso de planar no ar
Chega a mim na iminência de uma guerra

Corro, enfim decolo: tiro os pés do chão
Pouco tempo e a terra fica pra trás
Me esperando, o céu acena com sua mão
Pelo vento, logo subo ainda mais

Irmão contra irmão nesse campo minado
Começou a guerra: por isso se armam
Para o céu salto, com o céu um ar dourado

Quando as luzes que de mim brotam acham
Acertando o ego de cada soldado
Que enfim largam as tais armas e se abraçam

-- Cárlisson Galdino

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