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Star Wars: The Force Unleashed (o jogo)

Star Wars: The Force Unleashed

Star Wars: The Force Unleashed foi lançado em 2008 e traz uma história paralela ao que vemos nas trilogias. Darth Vader recruta secretamente um órfão, filho de um jedi, que se torna o Starkiller. É com ele que você joga.

Quer dizer, existe um prólogo antes de você realmente mergulhar no jogo. No prólogo, você joga com o próprio Darth Vader! Isso por si só já vale o jogo.

O cenário é bacana e a história é muito boa também. Apesar de haver muitas diferenças, o jogo me lembrou um bocado God of War. Talvez pelas peculiaridades gênero: é um jogo de aventura (tipo plataforma 3D), com traços de RPG (ganhamos experiência, que gastamos para desenvolver e aperfeiçoar certas habilidades) e há momentos resolvidos com quick time event (a cena vai acontecendo e parando pra você apertar um botão em pouco tempo ou algo assim).

O jogo foi lançado para um monte de plataformas: iOS, MacOS X, Nintendo DS, Nintendo Wii, PlayStation 2, PlayStation 3, PSP, Xbox 360, Windows e alguns outros mais (os de console podem ser comprados na eStarland). Tive oportunidade de conhecer a versão Wii.

Uma coisa interessante na versão Wii é que foi nesses quick time events que eu descobri que o numchuck também tem um sensor de inclinação relativamente preciso.

Apesar de o cenário não ser tão interativo assim, há muitos elementos espalhados sobre os quais Starkiller pode usar a Força. Ele pode levantar pedras, peças e até inimigos. Habilidades extra incluem uma explosão de choque partindo do personagem, uma onda de choque, choque elétrico e arremesso do sabre de luz.

Enfim, é um jogo que vale a pena. Depois dele, ainda foi lançado - em 2010 - The Force Unleashed II. Esse ainda não tenho, mas já está na minha lista.

Special: 

Final Fantasy: 25 anos

Final Fantasy - chocobo rider

Havia uma empresa. Eles criavam jogos de videogame, mas até aquele momento nenhum tinha emplacado. Então o desenvolvedor Hironobu Sakaguchi decidiu: esta vai ser minha última tentativa. Se não der certo eu vou fazer outra coisa da vida. Assim nascia a última esperança daquela empresa, com um nome que refletia muito bem essa condição: Final Fantasy.

Mas Final Fantasy deu certo e teve sequência, depois outro jogo e outro... Hoje já são 14 jogos na contagem principal e vários spinoffs nesta bela "saideira de bêbo", que também é uma das maiores referências em RPG eletrônico até os dias de hoje.

Final Fantasy foi lançado para Square há exatos 25 anos para NES. No jogo você controlava os 4 guerreiros da luz, personagens profetizados que chegavam com a missão de salvar o mundo pela restauração de cristais, o que exige enfrentar vários inimigos, o que inclui os demônios do caos. Particularidade deste jogo é que os jogadores é que decidiam os nomes dos quatro personagens, bem como suas classes: guerreiro, monge, ladrão, mago branco, mago negro, mago vermelho.

Com o passar dos tempos e dos jogos, a série foi mudando e criando histórias cada vez mais elaboradas e com personagens próprios e bem definidos. Um revolução, em especial, aconteceu quando a Square deixou a Nintendo e se aliou à Sony. Com isso, veio Final Fantasy VII para Playstation, provavelmente o título mais marcante da franquia. Nele tínhamos o personagem Cloud e seus aliados tentando restaurar a paz no mundo, desta vez um mundo tridimensional. Aquelas imagens infelizmente envelheceram mal, mas isso não tira o mérito do jogo.

Com tanto sucesso, Final Fantasy terminou aparecendo no cinema também. Começando com o filme Final Fantasy: The Spirits Within. Um fracasso total. O filme tinha grande qualidade gráfica e uma história boazinha (nada que chamasse muita atenção). O problema é que não era um Final Fantasy, era só uma animação 3D genérica. Não vimos no filme nenhum elemento dos jogos da franquia e isso com certeza decepcionou muitos fãs.

O filme seguine veio para corrigir isso. Em Final Fantasy VII: Advent Children, vemos uma continuação dos eventos do jogo Final Fantasy VII, trazendo os personagens marcantes em cenas de ação altamente dinâmicas. O filme está disponível (como já falei no blog outro dia) para ser assistido gratuitamente no Crackle.

Temos ainda outros jogos marcantes. Em especial, o Final Fantasy XII (PS2) e o Final Fantasy XIII-2 (PS3) conseguiram nota máxima na revista japonesa Famitsu. E mais recentemente, a franquia entrou nos jogos de ritmo com Theatrhythm Final Fantasy, lançado para 3DS e agora também no iOS.

Existem algumas características interessantes de se notar na franquia Final Fantasy. Primeiro que as histórias são meio que fechadas, com personagens próprios, exclusivos de cada uma. Nada de continuar a história de personagens carismáticos (ao menos atualmente, ao menos na numeração padrão, o que não impede que eles fujam a essa regra em jogos como Final Fantasy X-2). Outro elemento é o mundo onde as histórias se passam. Depois de amadurecido (lá pelo quarto jogo em diante), Final Fantasy passou a apresentar um mundo de fantasia misturando elementos tecnológicos diferenciados, cuja base energética é vapor e a própria magia, como um mundo fantapunk. Somando-se a isso o cuidado que a Square tem com os gráficos, frequentemente explorando ao máximo as capacidades dos consoles para os quais os jogos são feitos, costumamos ter cenários muito agradáveis de se ver.

E claro que não podemos esquecer dois dos elementos mais marcantes da franquia, capazes de identificar a franquia para qualquer gamer: chocobos (montarias que parecem galinhas gigantes) e phoenix down (o item capaz de ressuscitar um personagem morto em combate).

Final Fantasy é uma franquia incrível e não está aí à toa, indo para seu 15º título numerado. Rendeu frutos como o Kingdom Hearts. Infelizmente seu criador não está mais na Square Enix (nome que a empresa ganhou após assimilar sua principal concorrente, a Enix, criadora do Dragon Quest). Após problemas lá na empresa, ele saiu e criou a Mistwalker. Inclusive, em 2011 ele lançou um outro jogo e dizem que é o último do qual participará ativamente de todos os estágios. O nome: The Last Story, para Wii. Será que o título dessa vez se concretiza?

Special: 

Street Fighter

Street Fighter

Podemos dividir jogos levando em conta o quanto influenciaram o mundo dos games. Dentre eles, é inegável a força de Street Fighter, o pai de todos os jogos de luta.

Com jeitão inspirado no gênero Beat 'em up, Street Fighter trazia 2 lutadores para o jogador escolher e enfrentar outros 10. Funcionava como um Beat 'em up onde só se enfrenta os chefes.

O jogo deu certo. Ryu e Ken receberam mais seis personagens para expandir o leque dos "jogáveis". Assim nasceu o mítico Street Fighter II. Este sim foi, por si só, um marco na história dos videogames. Tinha até um personagem brasileiro: o monstrão Blanka.

Depois de Street Fighter vieram muitos jogos de luta. A franquia seguiu até o Street Fighter IV, lançado em 2010, mas entre os títulos enumerados, há uma infinidade de outros, especialmente os crossovers.  Se Super Smash Bros inovou em seu estilo e competência para botar quatro lutadores ao mesmo tempo de maneira divertida, os crossovers entre personagens vieram de muito antes, os mais recorrentes envolvendo Marvel e outros personagens da Capcom. O Tatsunoko vs. Capcom, pra Wii, é considerado por muitos o melhor jogo do gênero no console.

Como um grande clássico, claro que Street Fighter não se restringiu aos games. Foram lançados filmes, desenhos, longas de animação... Detalhe para o filme Street Fighter: A Batalha Final, de 1994, com Van Damme no elenco como Guile. A propósito, se virem um filme falando da Chun Li, fujam!

E eis que em 2012 a franquia sopra vinte e cinco velinhas! A Capcom já colocou em pré-venda uma edição especial comemorativa. É uma pena que não tenha para Nintendo...

Special: 

Humble THQ Bundle

THQ é uma desenvolvedora e publicadora de jogos de videogame (que terminou adquirindo várias empresas desenvolvedoras), responsável por jogos como Cars, Sonic Advance e Darksiders, dentre uma imensa lista.

Acontece que eles estão passando no momento por algumas dificuldades financeiras e, para aliviar, resolveram fazer uma parceria com o Humble Bundle para uma edição temática especial do pacote.

Como é tradição, doando quantias a partir de US$ 1,00, você recebe 5 jogos. No Humble THQ Bundle, os jogos são: Darksiders, Metro 2033, Red Faction: Armageddon, Company of Heroes, Company of Heroes: Opposing Fronts e Company of Heroes: Tales of Valor. Todos eles para contas no Steam, livres de DRM (mas não são softwares livres, hein!) e com trilha sonora também disponível.

Como também é tradição, doando um valor acima da média (que por enquanto está entre US$ 5,00 e US$ 6,00), você também recebe um bônus. Desta vez o bônus é mais um jogo da THQ: Saints Row: The Third, um jogo de ação e aventura em mundo aberto, no estilo GTA.

Como nem tudo são flores, este pacote é exclusivo para Windows. Se gostou, você tem 11 dias e mais algumas horas para ajudar, a contar da publicação deste post.

Dance Dance Revolution

Criado pela Konami na década de 1990, Dance Dance Revolution trouxe um novo estilo de jogo: dança.

Nascido para os arcades, o jogo parte de um direcional simples, de 4 setas. Ao invés de se usar um joystick, os quatro botões estão no chão, dispostos em cruz, em formato de setas, e você precisa pisar nas setas na sequência, combinação e momento em que as instruções aparecem na tela, cocmo uma partitura.

O jogo marcou muito a cultura popular, renovando o público das casas de fliperama e trazendo outras modalidades a usar o conceito básico de "seguir partitura", como o próprio Guitar Hero.

Hoje Dance Dance Revolution completa 14 anos de vida, com jogos para os mais diversos consoles (até para Game Boy Color tem!).

Special: 

Rock Band: 5 anos

Na lista das franquias que viraram milionárias em poucos anos está Rock Band - 5 anos hoje.

Quem nunca jogou Guitar Hero ou ao menos ouviu falar dele? Era provavelmente a franquia musical mais apreciada no Playstation 2. Acontece que um dos seus criadores foi comprado pela MTV, enquanto o outro pela Activision. A marca Guitar Hero ficou com a RedOctane (Activision).

A Harmonix queria continuar a experiência de jogos ritmos e resolveu dar um passo além. Por que não "um Guitar Hero" que permita tocar outros instrumentos e até mesmo cantar, como karaoke? Assim nasceu Rock Band, permitindo 4 jogadores simultâneos, com guitarras, bateria e vocal.

Rock Band, assim como o Guitar Hero, teve seus jogos temáticos. Destaque para os Beatles e o LEGO Rock Band. Também foi dessa franquia o primeiro jogo a permitir jogar com instrumentos-controles. Não sabe como é isso? Dá uma olhada na performance da turma de The Big Bang Theory! Eles tocaram Under The Bridge, da banda Red Hot Chilli Peppers.

Jogos publicados até hoje:

  • Rock Band (2007)
  • Rock Band 2 (2008)
  • Rock Band Unplugged (2009)
  • The Beatles: Rock Band (2009)
  • Lego Rock Band (2009)
  • Rock Band 3 (2010)
  • Green Day: Rock Band (2010)
Special: 

Assassin's Creed: Aventuras, Exploração e História

Assassin's Creed

Às vezes se ouve a reclamação de que o mundo dos games não tem novidades, limitando-se a perpetuar indefinidamente as franquias antigas. Isso é especialmente irritante nas outras mídias, especialmente quando zeram a história, algo comum no mundo dos super-heróis. No caso dos games não vejo nisso um problema em especial. Tem muitos jogos que atingem alta qualidade e valor, mesmo sendo erguidos sobre franquias antigonas. Veja o Super Mario Galaxy e The Legend of Zelda: Skyward Sword como exemplos.

Mas se por um lado franquias antigas podem ser reaproveitadas em grande estilo, franquias novas são muito bem-vindas (desde que tenham um valor em si e não venham só por vir). E uma das novas franquias que cresce cada vez mais em importância e qualidade é Assassin's Creed, da Ubisoft.

Na história, você é um descendente de assassinos, um grupo organizado que se opõe aos templários no decorrer da História Mundial. Usando um equipamento moderno, você entra em transe e tem que reviver a vida de seus ancestrais, cumprindo missões diversas para que possa localizar artefatos importantes.

O primeiro jogo da série foi lançado há exatos 5 anos e de lá pra cá a franquia já teve vários jogos, indo estes dias para o terceiro título principal. Tem jogos para Playstation 3, Xbox 360 e PC (a linha principal), além de spinoffs para PSP, Nintendo DS e celular (incluindo Android e iOS), PSVita e até para Facebook! (ou devia dizer até pra PS Vita? :-P)

O terceiro título da série principal - que é o primeiro a ser lançado também para um console de mesa da Nintendo (no caso, o Wii U) - quebra o padrão de focar a Europa para focar os Estados Unidos na época de sua independência.

Com todo esse vínculo histórico, fico pensando: depois de Capitão América cair no ENEM será que vai demorar pra ter questão sobre Assassin's Creed?

Você pode encontrar jogos dessa franquia à venda em vários lugares, inclusive no eStarland.

Special: 

Super Mario/Blender Galaxy

Super Mario Galaxy

Recentemente eu falei do site GameRankings, passando a lista dos jogos melhor avaliados no mundo. Acontece que recentemente também a lista mudou e o Super Mario Galaxy ultrapassou o clássico The Legend of Zelda: Ocarina of Time! Tudo bem que foi com apenas 0,01% de diferença: 97,64% para o Mario e 97,63% para o Zelda, mas sabe o que é atingir uma aceitação de 97,64% de 77 análises?!

Sabe o que mais é interessante? Ocarina of Time está em segundo e em terceiro está Super Mario Galaxy 2. Os três são da Nintendo, sendo o Zelda para Nintendo 64 e os outros dois para Wii. De qualquer forma pode-se jogar os três no Wii, graças ao Virtual Console.

Se você tiver um Wii e ainda não tem esse jogo, o Super Mario Galaxy está por US$ 19.95 no eStarland. Não havia quando olhei versões usadas do jogo à venda e não dá pra ganhar os 20% de desconto, mas você ainda aproveita por enquanto a promoção de frete da loja.

Se você trabalha com Blender talvez você queira ver algo feito por um fã de Super Mario Galaxy: o Super Blender Galaxy, disponível com os fontes!

Special: 

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